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domingo, 19 de agosto de 2012

Oficina de Elaboração de Projeto de Pesquisa em Música



OFICINA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA EM MÚSICA
Dúvidas sobre monografia, especialização, mestrado, doutorado em música?? Nesta oficina, serão trabalhados diversos aspectos teóricos e práticos relacionados à pesquisa em música!!! Desde a elaboração de projetos de pesquisa até processos seletivos da pós-graduação!!!
Conteúdo Programático:

                  1.      A Pesquisa em Música:
            a.       ANPPOM (Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música)
            b.      ABEM (Associação Brasileira de Educação Musical)



2.      Especialização, Mestrado e Doutorado:
            a.       Diferenças e similaridades
            b.      Áreas de concentração e linhas de pesquisa
            c.       Processo seletivo
            d.      Currículo Lattes
            e.       Disciplinas
            f.       TCC

3.      Instituições com PPGMUS

4.      Órgãos de fomento a pesquisa e bolsa de estudos
           a.       CAPES
           b.      CNPq

5.      Grupos de Pesquisa

6.      Diretrizes para elaboração de projeto de pesquisa

7.      Atividade Prática: Elaboração de projetos de pesquisa em música

Prof. Antônio Chagas (mestrando na Universidade Federal da Bahia)
Início: 25 de agosto/ término: 01 de setembro
Horário: 9h às 12h (sábados)
Carga horária: 06h
Valor : R$ 30,00 (taxa única)

Público alvo: alunos de graduação do curso de Licenciatura em Música (UFS); profissionais formados com interesse em ingressar em cursos de pós-graduação na área de música.
Para fazer a pré-inscrição, basta ligar pra Central de Atendimento do Sesc Centro (3216 2727), informar nome completo, e-mail e telefone pra contato. Se você tem interesse, ligue e se cadastre!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Matéria publicada no JN

Edição do dia 03/11/2011
03/11/2011 21h41 - Atualizado em 03/11/2011 21h41

Escolas investem na formação de professores de música

Ensino será obrigatório em 2012. Escolas do Rio aderiram a um método criado por brasileiro que usa o corpo para aprender música.


Escolas do país inteiro terão que cumprir uma obrigação nova, no ano que vem: oferecer aulas de música. Na corrida contra o relógio, escolas municipais do Rio aderiram a um método de formação de professores de música que foi criado por um brasileiro, e adotado em outros países.
O ritmo nasce com o passo. As vozes que cantam e contam. Palmas e pés marcam tempo e contratempo: o som e a pausa. Parece brincadeira, mas “O Passo” é um método que ensina a reger com os pés. Um jeito de aprender a matemática da música.

O método, desenvolvido por um professor brasileiro há 15 anos, facilita o aprendizado de quem nunca estudou música. Foi adotado no Conservatório de Lyon, na França, na Universidade de Viena, na Áustria, e também nos Estados Unidos. Agora, começa a se tornar popular no Brasil. “O que a criança e os professores fazem é se aproximar da música através do movimento. Quem ensina para você é o seu próprio corpo”, conta Lucas Ciavatta, autor do método.
Até o ano que vem, o ensino de música vai ser obrigatório em todas as escolas do país. A lei permite que professores de outras disciplinas também deem as aulas. No Rio, professores de escolas municipais participaram do curso no Conservatório Brasileiro de Música, como parte dos projetos sociais que o Rock in Rio promoveu na cidade. E já começaram a espalhar o método para mais de mil alunos.
“'O Passo' tem essa vantagem, ele não se prende na posse de recursos materiais, de instrumentos. Isso não é impedimento para se ter aula de música”, diz a professora Heloísa Monteiro.
Em uma escola, o método é um sucesso. Os alunos chegam a dispensar o recreio para continuar os ensaios. E já sentem os efeitos da mudança.
“A música faz a pessoa estimular a vida, aprender um pouco mais, ter movimento no nosso corpo”, diz uma aluna.
“Ela dá uma liberdade, faz a gente se expressar melhor”, conta outro aluno.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

I Encontro PIBID Música UFS e UFBA









O I Encontro para troca de experiências entre os grupos de PIBID da Universidade Federal da Bahia e Universidade Federal de Sergipe ocorrerá nos dias 01 e 02 de novembro no núcleo de Música da UFS. No dia 01 as atividades inicarão a partir das 16hs. Já no dia 02 (que é feriado) o encontro será durante todo o dia. Portanto, pibideiros de plantão, programem-se!
Neste encontro os alunos mostrarão  o andamento de trabalhos e pesquisas bem como contaremos com apresentação de oficinas.
Tá feito o convite!
A gente se encontra lá!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Música erudita em Sergipe

Matéria tirada do site e-Sergipe.com. Para conferir o link estará disponível no final do post.
Saudaçãoes Musicais!

Um passeio pela história da música erudita em Sergipe





Música Erudita |Foto: Arquivo (Sofise)

Antes de tudo, responda a primeira pergunta, caro leitor: o que é música erudita? Primeiramente, o termo erudito provém do latim ‘eruditus’, que significa ‘educado’. Ao contrário do que muitos pensam, a música erudita não é música “velha” ou estagnada nos tempos de Richard Wagner, Tchaikovsky, Mozart, dentre outros grandes compositores. Ela acompanha o desenvolvimento instrumental nas formas de composição musical, e expressa nas partituras coisas da sociedade, independente do tempo. O estilo erudito preza pela sofisticação e pelo rigor artístico, pela combinação do som, divisão dos instrumentos e determinada temática. Pode ser entendida também como uma música ‘séria’, fora do eixo das músicas populares, folclóricas e do jazz.



Segundo a doutora em educação pela The University of New Mexico e atual diretora da Sociedade Filarmônica de Sergipe (Sofise), Maria Olga de Andrade, esse tal estilo considerado ‘sério’ e sofisticado apareceu em Sergipe em 1844, com as bandas européias através de uma herança deixada pela Família Real com D. João VI. Na ocasião, as bandas eruditas trouxeram um modelo musical moderno para a época. Logo no mesmo ano a primeira banda de que se tem notícia por aqui, foi criada na cidade de São Cristóvão, e foi chamada apenas de ‘Banda da Polícia Militar’.


Olga Andrade |Foto: Marcelle Cristinne (ASN)

Depois desta, muitas outras se formaram, a exemplo da Euterpe Maruinense, fundada em Maruim no ano de 1875, cidade esta que era uma cidade muito desenvolvida e importante economicamente na época. Em seu porto se exportava produtos-base do Brasil, como o algodão e a cana-de-açúcar. Três anos depois, em 1879, Estância cria também a sua banda de música erudita.



Logo depois as bandas de música surgiram dentro dos partidos políticos na época. E a competição passou a acontecer também entre os violinos, trompetes, tubas e violoncelos. Segundo a diretora da Sofise, Maria Olga de Andrade, muitas vezes por causa dessa concorrência havia brigas fatais. “Músicos já quebraram instrumentos no outro depois que determinado partido venceu uma disputa. E isso é algo comprovado nos livros de história”, conta. Vale lembrar que essas bandas não tocavam necessariamente o estilo clássico no qual a grande maioria conhece. Naquela época os estilos mais presentes eram as ‘modinhas’ e os ‘dobrados’.

Toda essa quantidade de bandas criadas fez com que grandes mestres na arte de reger uma orquestra surgissem em Sergipe. Surge desse momento histórico um grande nome da música erudita no estado: Leozírio Guimarães, fundador da Sofise em 1971 e 1º Regente da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Música de Sergipe. Essa orquestra era modesta na época, e era composta por 44 músicos. Com muito esforço da banda e de Leozírio, essa geração conseguiu marcar época, apesar de não possuir todos os instrumentos que compõem uma banda sinfônica.

Outro grande nome foi Genaro Plech, grande pianista e fundador do Conservatório de Música de Sergipe em 1945. A partir de sua influência surgem músicos como Paulo César Perado, Daniel Freire, Eduardo Garcia e Lourdes Barros. Todos eles contribuíram para fortalecer a prática e a incentivar a produção da música erudita em Sergipe.


Música Erudita |Foto: Arquivo (Sofise)

Depois da criação desses dois espaços (Sofise e Conversatório), a música erudita passou a ser valorizada pela sociedade sergipana. O estado tinha músicos de qualidade e maestros reconhecidos nacionalmente. No entanto, ainda não era algo que atraísse o grande público  e os fizesse lotar espaços para ouvir concertos. Faltava uma orquestra para representar Sergipe no cenário erudito.

A partir dessa demanda, em 1980 funda-se a Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) com Rivaldo Dantas como primeiro maestro. Inicialmente a ORSSE estava sediada no Conservatório até 2002, quando migrou para o Teatro Tobias Barreto, onde está instalada atualmente. Com a criação da ORSSE, muitos outros compositores surgiram a partir da educação musical. Com maior preparo dos novos artistas, a ORSSE aumentou o seu nível e hoje é reconhecida não só em Sergipe, mas por todo o Brasil.

O erudito para grandes platéias

Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a regência de Guilherme Mannis / Foto: Marcelle Cristinne - ASN
Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a regência de Guilherme Mannis / Foto: Marcelle Cristinne - ASN

Desde 2006, a orquestra é coordenada e regida pelo maestro Guilherme Mannis. Oriundo de São Paulo e mestre em música pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Mannis conseguiu algo peculiar em Sergipe: levar grande públicos para os eventos da orquestra e criar um vínculo na apreciação da música erudita.

Segundo o atual maestro, hoje a ORSSE tem uma regularidade de apresentações, não só na capital, mas também pelo interior do estado. A divulgação, segundo Mannis, foi o principal fator para ‘popularizar’ a música erudita em Sergipe e lotar platéias nas suas apresentações.  “De 2006 pra cá, a orquestra começou a ter temporadas de concerto. Isso faz com que a sinfônica estabeleça com seu público uma relação de compromisso e parceria. As pessoas já sabem quando vão ser os concertos, os artistas da temporada”, explica Guilherme Mannis.

Das bandas do século XIX até 2011, a música erudita em Sergipe passou por mudanças estruturais e chegou num patamar de reconhecimento nacional a partir da ORSSE, principal orquestra do estado. Apesar dela ser a maior orquestra do estado, não se deve deixar de fora tantas outras bandas formadas nos anos passados, além dos grupos formados pela Sofise para ensinar a música erudita às crianças, afinal daí podem surgir grandes artistas.

Fonte: e-Sergipe

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Criado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência), tem por finalidade aprimorar a formação docente e contribuir para elevação do padrão de qualidade da educação básica. Além de possibilitar ao futuro professor um contato direto com o seu campo de trabalho. Já Prodocência (Programa de Consolidação das Licenciaturas), visa ampliar a qualidade das ações voltadas à formação de professores, com prioridade para a formação inicial desenvolvida nos cursos de licenciaturas das instituições federais e estaduais de educação superior, além de contribuir para a elevação da qualidade da educação superior, formular novas estratégias de desenvolvimento e modernização do ensino no país, propiciar formação acadêmica, científica e técnica dos docentes e apoiar a implementação das novas diretrizes curriculares da formação de professores da educação básica. Este blog em especial, tem por finalidade publicar, trabalhos, fotos, planos de aula e demais assuntos realcionados à música, todos resultados de trabalhos feitos através do Projetos acima citados. Sinta-se à vontade em nosso Blog!

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