Está sendo elaborado um software que pretende dar uma ferramenta para que professores de música (particulares, ou em escolas especializadas/regulares, etc) possam fazer cadastro, registros e organizar dados de seus alunos.
Para construir esse software, os programadores gostariam de saber quais são as necessidades e o que os educadores/professores acham que seria importante ter nesse programa.
Se puderem, respondam a enquete para ajudar na concepção do programa. No link abaixo tem mais informações. Qualquer dúvida entrem em contato com Educa-Musica!" (Texto retirado do grupo "Concurso Para Músicos")
Maiores informações visitem o blog Educa-música! Vale a pena conferir.
terça-feira, 12 de março de 2013
Curso de Práticas Pedagógicas em Educação Musical
Período: 06 de Abril a 04 de maio (sábados)
Horário: 08h 30 às 12h 30
Local: Sesc/Centro (Rua Dom José Thomaz com Senador Rollemberg)
Professor: Antônio Chagas (Licenciado em Música – Hab. Educação Musical pela UFS e mestrando na Escola de Música da UFBA)
Investimento: Comerciário R$ 25,00 Conveniado R$ 30,00 Usuário – R$ 35,00
Carga horária: 20h
Pré-inscrições abertas. Quem tiver interesse é só ligar 3216 2727 (Central de atendimento) ou 3216 2726.
A pré-inscrição existe porque se não houver interesse de um número mínimo de pessoas o curso não abre! Então - mesmo não podendo ser uma reserva de matrícula -, a pré-inscrição é uma fase importante, não deixe de ligar!
Vamos???
Videoconferência gratuita no Sesc Sergipe.
MUSICA EM CURSO – 2013
Aula 1 - 12/3 14h30 - Profª. Ermelinda
O roteiro terá como base a biografia de Edino Krieger editada pelo SESC Nacional :
- O homem e seu mundo
- O crítico musical
- O produtor musical
- O compositor - com audição comentada de algumas músicas.
- As Bienais de Música Brasileira Contemporânea - a participação como produtor e como compositor
Ermelinda Paz
Professora titular da UFRJ e professora adjunta da UniRio com vasta experiência em publicações, pesquisas acadêmicas e biografias nos campos da educação musical e musicologia. Como pesquisadora foi laureada em seis concursos de pesquisa monográfica. Autora de diversos títulos de referencia para a pedagogia musical, a etnomusicologia e a musicologia com títulos como Villa-Lobos, o educador; 500 canções Brasileiras; As estruturas modais na Música Folclórica Brasileira; Jacob do Bandolim; Pedagogia Musical Brasileira no Século XX; e Villa-Lobos e a Música Popular Brasileira. Autora de "Edino Krieger - Crítico Produtor Musical e Compositor", obra de referência sobre o compositor que aborda a trajetória profissional do artista e suas múltiplas facetas e dimensões – crítico, produtor musical e compositor.
Aula 2 - 27/3 14h30 - Profª. Katharina
TAMBORES origens, importância e diversidade sonora
Organologia dos instrumentos musicais (30 min)
Famílias e classificação dos instrumentos, definição dos instrumentos de pele e subcategorias, importância e diversidade dos tambores nas culturas musicais do mundo
Tambores africanos (60 min)
Classificação dos tambores africanos com ênfase na África ocidental e região bantu, sonoridade, importância e diversidade dos tambores nas suas respectivas culturas, uso religioso e cultural, musicas e sonoridades
Tambores brasileiros (90 min)
Classificação dos tambores brasileiros, oriundo das culturas indígenas, europeias e africanas, com ênfase nos tambores de matriz africana, os diversos, tambores nas manifestações tradicionais de matriz africana (jongo, carimbó, samba de roda, tambor de crioula, coco, congada, maracatu, samba de cacete e muitos outros), sonoridade, importância e diversidade dos tambores nas regiões e manifestações locais.
Katharina Döring
Graduação em Educacao Musical e Mestrado em Música (etnomusicologia) pela Universidade Federal da Bahia (2002). Desde 2002 é professora assistente da Universidade do Estado da Bahia para as disciplinas Arte-Educação e Ludicidade. Experiência na área de Educação Musical e Artes, com ênfase na interdisciplinaridade, atuando principalmente nos seguintes temas: Música, arte e cultura popular, tradição - contemporaneidade no samba de roda/samba chula, tradições cênico-poético-, musicais de matriz africana. Desenvolveu vários projetos de pesquisa e produção cultural com Culturas Populares: Inventário do Samba de Roda do Recôncavo Baiano em 2004 (IPHAN); Projeto "Toques e Trocas" em 2005 (Petrobras Cultural); Mostra de Samba de Roda do Recôncavo em 2005 (Mercado Cultural); Desde 2007 doutoranda no Doutorado Internacional em Educação (INEDD) - Universidade Siegen (Alemanha); Coordenadora do projeto de pesquisa e produção "Cantador de Chula", aprovado pela Lei Rouanet (2006) e pelo Premio Avon Cultura de Vida (2007); Defesa do Doutorado em Educação na Universidade Siegen (2011); Coordenadora do projeto de extensão "Tradições cênico-poético-musicais do Recôncavo Baiano”.
Não precisa inscrição nem nada. E só comparecer. (Legal né? xD)
MUSICA EM CURSO – 2013
Aula 1 - 12/3 14h30 - Profª. Ermelinda
O roteiro terá como base a biografia de Edino Krieger editada pelo SESC Nacional :
- O homem e seu mundo
- O crítico musical
- O produtor musical
- O compositor - com audição comentada de algumas músicas.
- As Bienais de Música Brasileira Contemporânea - a participação como produtor e como compositor
Ermelinda Paz
Professora titular da UFRJ e professora adjunta da UniRio com vasta experiência em publicações, pesquisas acadêmicas e biografias nos campos da educação musical e musicologia. Como pesquisadora foi laureada em seis concursos de pesquisa monográfica. Autora de diversos títulos de referencia para a pedagogia musical, a etnomusicologia e a musicologia com títulos como Villa-Lobos, o educador; 500 canções Brasileiras; As estruturas modais na Música Folclórica Brasileira; Jacob do Bandolim; Pedagogia Musical Brasileira no Século XX; e Villa-Lobos e a Música Popular Brasileira. Autora de "Edino Krieger - Crítico Produtor Musical e Compositor", obra de referência sobre o compositor que aborda a trajetória profissional do artista e suas múltiplas facetas e dimensões – crítico, produtor musical e compositor.
Aula 2 - 27/3 14h30 - Profª. Katharina
TAMBORES origens, importância e diversidade sonora
Organologia dos instrumentos musicais (30 min)
Famílias e classificação dos instrumentos, definição dos instrumentos de pele e subcategorias, importância e diversidade dos tambores nas culturas musicais do mundo
Tambores africanos (60 min)
Classificação dos tambores africanos com ênfase na África ocidental e região bantu, sonoridade, importância e diversidade dos tambores nas suas respectivas culturas, uso religioso e cultural, musicas e sonoridades
Tambores brasileiros (90 min)
Classificação dos tambores brasileiros, oriundo das culturas indígenas, europeias e africanas, com ênfase nos tambores de matriz africana, os diversos, tambores nas manifestações tradicionais de matriz africana (jongo, carimbó, samba de roda, tambor de crioula, coco, congada, maracatu, samba de cacete e muitos outros), sonoridade, importância e diversidade dos tambores nas regiões e manifestações locais.
Katharina Döring
Graduação em Educacao Musical e Mestrado em Música (etnomusicologia) pela Universidade Federal da Bahia (2002). Desde 2002 é professora assistente da Universidade do Estado da Bahia para as disciplinas Arte-Educação e Ludicidade. Experiência na área de Educação Musical e Artes, com ênfase na interdisciplinaridade, atuando principalmente nos seguintes temas: Música, arte e cultura popular, tradição - contemporaneidade no samba de roda/samba chula, tradições cênico-poético-, musicais de matriz africana. Desenvolveu vários projetos de pesquisa e produção cultural com Culturas Populares: Inventário do Samba de Roda do Recôncavo Baiano em 2004 (IPHAN); Projeto "Toques e Trocas" em 2005 (Petrobras Cultural); Mostra de Samba de Roda do Recôncavo em 2005 (Mercado Cultural); Desde 2007 doutoranda no Doutorado Internacional em Educação (INEDD) - Universidade Siegen (Alemanha); Coordenadora do projeto de pesquisa e produção "Cantador de Chula", aprovado pela Lei Rouanet (2006) e pelo Premio Avon Cultura de Vida (2007); Defesa do Doutorado em Educação na Universidade Siegen (2011); Coordenadora do projeto de extensão "Tradições cênico-poético-musicais do Recôncavo Baiano”.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Novos arquivos no HD
Foi atualizado o nosso HD com dois novos arquivos enviados pelos alunos Miguel José e Vanessa Macedo em parceria com Andrea Pereira, Kelvin Cruz e Matheus Tayslan. Agradecemos mais uma vez e esperamos sempre mais...
Segue o link direto para download:
Sobre o Som _Timbre
Sobre a música
Altura dos Sons
Segue o link direto para download:
Sobre o Som _Timbre
Sobre a música
Altura dos Sons
sábado, 8 de setembro de 2012
Curso O Passo com o Prof. Dr. Lucas Ciavatta
O curso é voltado principalmente para músicos, bem como profissionais que trabalham com o ensino de música e terá a duração de 20hs (5hs por dia) Mais informações logo abaixo... Participem! Visitem o site http://www.opasso.com.br/
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Olá galerinha, segue abaixo artigo publicado pelo nosso colega Magno de Jesus, artigo este que já foi apresentado no I FEMBA (Fórum de Educação Musical da Bahia) evento realizado entre os dias 1º e 3 de agosto de 2012 no campus I da UNEB (Universidade Estadual da Bahia). É isso aí, leiam, aprendam e comentem!
domingo, 19 de agosto de 2012
Oficina de Elaboração de Projeto de Pesquisa em Música
OFICINA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA EM MÚSICA
Dúvidas sobre monografia, especialização, mestrado, doutorado em música?? Nesta oficina, serão trabalhados diversos aspectos teóricos e práticos relacionados à pesquisa em música!!! Desde a elaboração de projetos de pesquisa até processos seletivos da pós-graduação!!!
Conteúdo Programático:
1. A Pesquisa em Música:
1. A Pesquisa em Música:
a. ANPPOM (Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música)
b. ABEM (Associação Brasileira de Educação Musical)
2. Especialização, Mestrado e Doutorado:
2. Especialização, Mestrado e Doutorado:
a. Diferenças e similaridades
b. Áreas de concentração e linhas de pesquisa
c. Processo seletivo
d. Currículo Lattes
e. Disciplinas
f. TCC
3. Instituições com PPGMUS
4. Órgãos de fomento a pesquisa e bolsa de estudos
3. Instituições com PPGMUS
4. Órgãos de fomento a pesquisa e bolsa de estudos
a. CAPES
b. CNPq
5. Grupos de Pesquisa
6. Diretrizes para elaboração de projeto de pesquisa
7. Atividade Prática: Elaboração de projetos de pesquisa em música
5. Grupos de Pesquisa
6. Diretrizes para elaboração de projeto de pesquisa
7. Atividade Prática: Elaboração de projetos de pesquisa em música
Prof. Antônio Chagas (mestrando na Universidade Federal da Bahia)
Início: 25 de agosto/ término: 01 de setembro
Horário: 9h às 12h (sábados)
Carga horária: 06h
Valor : R$ 30,00 (taxa única)
Público alvo: alunos de graduação do curso de Licenciatura em Música (UFS); profissionais formados com interesse em ingressar em cursos de pós-graduação na área de música.
Para fazer a pré-inscrição, basta ligar pra Central de Atendimento do Sesc Centro (3216 2727), informar nome completo, e-mail e telefone pra contato. Se você tem interesse, ligue e se cadastre!
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Matéria publicada no JN
Edição do dia 03/11/2011
03/11/2011 21h41 - Atualizado em 03/11/2011 21h41 Escolas investem na formação de professores de música
Ensino será obrigatório em 2012. Escolas do Rio aderiram a um método criado por brasileiro que usa o corpo para aprender música.
Escolas do país inteiro terão que cumprir uma obrigação nova, no ano que vem: oferecer aulas de música. Na corrida contra o relógio, escolas municipais do Rio aderiram a um método de formação de professores de música que foi criado por um brasileiro, e adotado em outros países.
O ritmo nasce com o passo. As vozes que cantam e contam. Palmas e pés marcam tempo e contratempo: o som e a pausa. Parece brincadeira, mas “O Passo” é um método que ensina a reger com os pés. Um jeito de aprender a matemática da música.
O método, desenvolvido por um professor brasileiro há 15 anos, facilita o aprendizado de quem nunca estudou música. Foi adotado no Conservatório de Lyon, na França, na Universidade de Viena, na Áustria, e também nos Estados Unidos. Agora, começa a se tornar popular no Brasil. “O que a criança e os professores fazem é se aproximar da música através do movimento. Quem ensina para você é o seu próprio corpo”, conta Lucas Ciavatta, autor do método.
Até o ano que vem, o ensino de música vai ser obrigatório em todas as escolas do país. A lei permite que professores de outras disciplinas também deem as aulas. No Rio, professores de escolas municipais participaram do curso no Conservatório Brasileiro de Música, como parte dos projetos sociais que o Rock in Rio promoveu na cidade. E já começaram a espalhar o método para mais de mil alunos.
“'O Passo' tem essa vantagem, ele não se prende na posse de recursos materiais, de instrumentos. Isso não é impedimento para se ter aula de música”, diz a professora Heloísa Monteiro.
Em uma escola, o método é um sucesso. Os alunos chegam a dispensar o recreio para continuar os ensaios. E já sentem os efeitos da mudança.
“A música faz a pessoa estimular a vida, aprender um pouco mais, ter movimento no nosso corpo”, diz uma aluna.
“Ela dá uma liberdade, faz a gente se expressar melhor”, conta outro aluno.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
I Encontro PIBID Música UFS e UFBA
O I Encontro para troca de experiências entre os grupos de PIBID da Universidade Federal da Bahia e Universidade Federal de Sergipe ocorrerá nos dias 01 e 02 de novembro no núcleo de Música da UFS. No dia 01 as atividades inicarão a partir das 16hs. Já no dia 02 (que é feriado) o encontro será durante todo o dia. Portanto, pibideiros de plantão, programem-se!
Neste encontro os alunos mostrarão o andamento de trabalhos e pesquisas bem como contaremos com apresentação de oficinas.
Tá feito o convite!
Tá feito o convite!
A gente se encontra lá!
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Música erudita em Sergipe
Matéria tirada do site e-Sergipe.com. Para conferir o link estará disponível no final do post.
Saudaçãoes Musicais!
Um passeio pela história da música erudita em Sergipe
Antes de tudo, responda a primeira pergunta, caro leitor: o que é música erudita? Primeiramente, o termo erudito provém do latim ‘eruditus’, que significa ‘educado’. Ao contrário do que muitos pensam, a música erudita não é música “velha” ou estagnada nos tempos de Richard Wagner, Tchaikovsky, Mozart, dentre outros grandes compositores. Ela acompanha o desenvolvimento instrumental nas formas de composição musical, e expressa nas partituras coisas da sociedade, independente do tempo. O estilo erudito preza pela sofisticação e pelo rigor artístico, pela combinação do som, divisão dos instrumentos e determinada temática. Pode ser entendida também como uma música ‘séria’, fora do eixo das músicas populares, folclóricas e do jazz.
Segundo a doutora em educação pela The University of New Mexico e atual diretora da Sociedade Filarmônica de Sergipe (Sofise), Maria Olga de Andrade, esse tal estilo considerado ‘sério’ e sofisticado apareceu em Sergipe em 1844, com as bandas européias através de uma herança deixada pela Família Real com D. João VI. Na ocasião, as bandas eruditas trouxeram um modelo musical moderno para a época. Logo no mesmo ano a primeira banda de que se tem notícia por aqui, foi criada na cidade de São Cristóvão, e foi chamada apenas de ‘Banda da Polícia Militar’.
Depois desta, muitas outras se formaram, a exemplo da Euterpe Maruinense, fundada em Maruim no ano de 1875, cidade esta que era uma cidade muito desenvolvida e importante economicamente na época. Em seu porto se exportava produtos-base do Brasil, como o algodão e a cana-de-açúcar. Três anos depois, em 1879, Estância cria também a sua banda de música erudita.
Logo depois as bandas de música surgiram dentro dos partidos políticos na época. E a competição passou a acontecer também entre os violinos, trompetes, tubas e violoncelos. Segundo a diretora da Sofise, Maria Olga de Andrade, muitas vezes por causa dessa concorrência havia brigas fatais. “Músicos já quebraram instrumentos no outro depois que determinado partido venceu uma disputa. E isso é algo comprovado nos livros de história”, conta. Vale lembrar que essas bandas não tocavam necessariamente o estilo clássico no qual a grande maioria conhece. Naquela época os estilos mais presentes eram as ‘modinhas’ e os ‘dobrados’.
Toda essa quantidade de bandas criadas fez com que grandes mestres na arte de reger uma orquestra surgissem em Sergipe. Surge desse momento histórico um grande nome da música erudita no estado: Leozírio Guimarães, fundador da Sofise em 1971 e 1º Regente da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Música de Sergipe. Essa orquestra era modesta na época, e era composta por 44 músicos. Com muito esforço da banda e de Leozírio, essa geração conseguiu marcar época, apesar de não possuir todos os instrumentos que compõem uma banda sinfônica.
Outro grande nome foi Genaro Plech, grande pianista e fundador do Conservatório de Música de Sergipe em 1945. A partir de sua influência surgem músicos como Paulo César Perado, Daniel Freire, Eduardo Garcia e Lourdes Barros. Todos eles contribuíram para fortalecer a prática e a incentivar a produção da música erudita em Sergipe.
Depois da criação desses dois espaços (Sofise e Conversatório), a música erudita passou a ser valorizada pela sociedade sergipana. O estado tinha músicos de qualidade e maestros reconhecidos nacionalmente. No entanto, ainda não era algo que atraísse o grande público e os fizesse lotar espaços para ouvir concertos. Faltava uma orquestra para representar Sergipe no cenário erudito.
A partir dessa demanda, em 1980 funda-se a Orquestra Sinfônica de Sergipe (ORSSE) com Rivaldo Dantas como primeiro maestro. Inicialmente a ORSSE estava sediada no Conservatório até 2002, quando migrou para o Teatro Tobias Barreto, onde está instalada atualmente. Com a criação da ORSSE, muitos outros compositores surgiram a partir da educação musical. Com maior preparo dos novos artistas, a ORSSE aumentou o seu nível e hoje é reconhecida não só em Sergipe, mas por todo o Brasil.
O erudito para grandes platéias
Desde 2006, a orquestra é coordenada e regida pelo maestro Guilherme Mannis. Oriundo de São Paulo e mestre em música pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Mannis conseguiu algo peculiar em Sergipe: levar grande públicos para os eventos da orquestra e criar um vínculo na apreciação da música erudita.
Segundo o atual maestro, hoje a ORSSE tem uma regularidade de apresentações, não só na capital, mas também pelo interior do estado. A divulgação, segundo Mannis, foi o principal fator para ‘popularizar’ a música erudita em Sergipe e lotar platéias nas suas apresentações. “De 2006 pra cá, a orquestra começou a ter temporadas de concerto. Isso faz com que a sinfônica estabeleça com seu público uma relação de compromisso e parceria. As pessoas já sabem quando vão ser os concertos, os artistas da temporada”, explica Guilherme Mannis.
Das bandas do século XIX até 2011, a música erudita em Sergipe passou por mudanças estruturais e chegou num patamar de reconhecimento nacional a partir da ORSSE, principal orquestra do estado. Apesar dela ser a maior orquestra do estado, não se deve deixar de fora tantas outras bandas formadas nos anos passados, além dos grupos formados pela Sofise para ensinar a música erudita às crianças, afinal daí podem surgir grandes artistas.
Fonte: e-Sergipe
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Violeta de Gainza - Entrevista Revista NOVA ESCOLA
"Não basta ser músico para ensinar música. É preciso entender de Educação"
A especialista argentina, defende o aprimoramento da formação dos professores, aproximando-os da cultura local e garantindo que tenham contato coma linguagem artística:
"Necessitamos de professores, de fato, especializados em Educação. Se ensino Medicina, contrato médicos. E porque, se ensino Música, contrato pessoas que desconhecem o tema?"
Segue link da entrevista.
http://revistaescola.abril.com.br/arte/pratica-pedagogica/violeta-hemsy-gainza-fala-educacao-musical-627226.shtml
| Fonte da imagem: Revista Nova Escola |
"Necessitamos de professores, de fato, especializados em Educação. Se ensino Medicina, contrato médicos. E porque, se ensino Música, contrato pessoas que desconhecem o tema?"
Segue link da entrevista.
http://revistaescola.abril.com.br/arte/pratica-pedagogica/violeta-hemsy-gainza-fala-educacao-musical-627226.shtml
terça-feira, 10 de maio de 2011
Pesquisa o São Gonçalo - Laranjeiras/Se
Pesquisa feita sobre a dança de São Gonçalo. Realizada pelos alunos Roger Maduereira, Elide Lopes, Hildriele, Cristiane e Isadora. Apresentada em reunião do Pibid/Prodocência em 10 de maio de 2011. Como sempre disponibilizamos aqui parte do trabalho, para conhecê-lo na íntegra é só acessar nosso HD Virtual, o link direto do arquivo é esse aqui: http://www.4shared.com/file/3eHrnQTA/Trabalho_sobre_so_gonalo.html
Imagens do São Gonçalo de Laranjeiras/Se
É isso aí galera se gostou (ou não), é só comentar! Vivemos disso...
Imagens do São Gonçalo de Laranjeiras/Se
É isso aí galera se gostou (ou não), é só comentar! Vivemos disso...
quarta-feira, 4 de maio de 2011
O Zabumba
Novo Nome do Blog
Olá Pessoal...
Bom com a parceria do PIBID com o Prodocência, mudamos o nome do nosso blog para PROPIBIDMUSICA. Mas não se preocupem todas as postagens anteriores estão no mesmo lugar, inclusive digitarem o antigo endereço serão imediatamente redirecionados para este novo...
É isso aí... No mais, só para deixar claro, estaresmo postando aqui todos os trabalhos feitos pelos programas PIBID e Prodocência!
Continuamos contando com a participação de todos vocês!
Bom com a parceria do PIBID com o Prodocência, mudamos o nome do nosso blog para PROPIBIDMUSICA. Mas não se preocupem todas as postagens anteriores estão no mesmo lugar, inclusive digitarem o antigo endereço serão imediatamente redirecionados para este novo...
É isso aí... No mais, só para deixar claro, estaresmo postando aqui todos os trabalhos feitos pelos programas PIBID e Prodocência!
Continuamos contando com a participação de todos vocês!
sábado, 26 de março de 2011
Estilos brasileiros - Portal Brasil
Estilos brasileiros
Portal Brasil
Simples ou sofisticada, erudita ou popular, acústica ou eletrônica, urbana, suburbana ou rural. No Brasil, a música é uma das mais importantes manifestações da arte e da cultura nacional, respeitada também internacionalmente.
A chegada da Coroa Portuguesa, em 1808, transformou a produção musical e mudou os parâmetros estéticos brasileiros. Junto com a família real, o Rio de Janeiro recebeu a biblioteca musical da família Bragança, uma das melhores da Europa na época.
Carlos Gomes, Heitor Villa Lobos, Chiquinha Gonzaga, Joaquim Calado, Carmem Miranda, Noel Rosa, Ary Barroso. São incontáveis os nomes e estilos que fazem parte da história da música brasileira. Os ritmos se renovam, surgem novas tendências, mas sempre com a criatividade musical característica do país.
Conheça alguns estilos musicais que marcaram época:
Samba
Samba-canção, samba de breque, samba de roda, samba enredo, samba rock. Característica marcante do Brasil, o samba não para de crescer e de se reinventar. De origem afro-baiana, o ritmo descende do lundu era usado nas festas dos terreiros entre umbigadas e pernadas de capoeira. No início do século XX, foi adotado por compositores como Ernesto Nazareth, Noel Rosa, Cartola e Donga, que o retiraram da obscuridade e o legitimaram na cultura oficial.
Bossa Nova
Movimento urbano, originado no fim dos anos 50 em saraus de universitários e músicos da classe média. De início era apenas uma forma diferente de cantar o samba, mas logo incorporou elementos do Jazz e do Impressionismo musical de Debussy e Ravel, e desenvolveu um contorno baseado na voz e no piano ou violão. Entre os maiores nomes estão Nara Leão, Carlos Lyra, João Gilberto, Vinicius de Moraes e Tom Jobim.
Choro
Gênero criado a partir da mistura de elementos das danças de salão européias e da música popular portuguesa, com influências africanas. Chiquinha Gonzaga foi a primeira pianista do gênero e, em 1897, escreveu Corta-Jaca, uma das maiores contribuições ao repertório do choro. Pixinguinha, Ernesto Nazareth e Waldir Azevedo foram outros grandes nomes do choro no Brasil.
Tropicalismo
O tropicalismo une elementos da cultura pop e da cultura de elite, além de fazer uso muitas vezes de um discurso politicamente engajado e de protesto contra a ditadura militar. Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Maria Bethânia, Os Mutantes são alguns de seus representantes musicais.
Jovem Guarda
Movimento que se ligava basicamente ao rock americano e inglês, mas de uma forma mais romântica. Seus maiores representantes são Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa.
Fonte
Portal Brasil
Simples ou sofisticada, erudita ou popular, acústica ou eletrônica, urbana, suburbana ou rural. No Brasil, a música é uma das mais importantes manifestações da arte e da cultura nacional, respeitada também internacionalmente.
A chegada da Coroa Portuguesa, em 1808, transformou a produção musical e mudou os parâmetros estéticos brasileiros. Junto com a família real, o Rio de Janeiro recebeu a biblioteca musical da família Bragança, uma das melhores da Europa na época.
Carlos Gomes, Heitor Villa Lobos, Chiquinha Gonzaga, Joaquim Calado, Carmem Miranda, Noel Rosa, Ary Barroso. São incontáveis os nomes e estilos que fazem parte da história da música brasileira. Os ritmos se renovam, surgem novas tendências, mas sempre com a criatividade musical característica do país.
Conheça alguns estilos musicais que marcaram época:
Samba
Samba-canção, samba de breque, samba de roda, samba enredo, samba rock. Característica marcante do Brasil, o samba não para de crescer e de se reinventar. De origem afro-baiana, o ritmo descende do lundu era usado nas festas dos terreiros entre umbigadas e pernadas de capoeira. No início do século XX, foi adotado por compositores como Ernesto Nazareth, Noel Rosa, Cartola e Donga, que o retiraram da obscuridade e o legitimaram na cultura oficial.
Bossa Nova
Movimento urbano, originado no fim dos anos 50 em saraus de universitários e músicos da classe média. De início era apenas uma forma diferente de cantar o samba, mas logo incorporou elementos do Jazz e do Impressionismo musical de Debussy e Ravel, e desenvolveu um contorno baseado na voz e no piano ou violão. Entre os maiores nomes estão Nara Leão, Carlos Lyra, João Gilberto, Vinicius de Moraes e Tom Jobim.
Choro
Gênero criado a partir da mistura de elementos das danças de salão européias e da música popular portuguesa, com influências africanas. Chiquinha Gonzaga foi a primeira pianista do gênero e, em 1897, escreveu Corta-Jaca, uma das maiores contribuições ao repertório do choro. Pixinguinha, Ernesto Nazareth e Waldir Azevedo foram outros grandes nomes do choro no Brasil.
Tropicalismo
O tropicalismo une elementos da cultura pop e da cultura de elite, além de fazer uso muitas vezes de um discurso politicamente engajado e de protesto contra a ditadura militar. Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Maria Bethânia, Os Mutantes são alguns de seus representantes musicais.
Jovem Guarda
Movimento que se ligava basicamente ao rock americano e inglês, mas de uma forma mais romântica. Seus maiores representantes são Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa.
Fonte
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Aprendizagem Musical na Igreja Evangélica
Tudo deve ser vivenciado e experimentado. “Deve-se partir do indiferente para o inconsciente e do consciente para o subconsciente”. (Heitor Villa-Lobos)
Segundo Maria V. T. Monrabal o culto é “a homenagem de adoração e ação de graças que se tributa a Deus”, ou seja, o louvor estava sempre presente nos cultos desde o Novo Testamento. Era uma forma viva de se expressar através da alma ao nosso Deus.
A autora ainda ressalta as exigências impostas aos levitas no VT para poderem exercer seus serviços na casa do Senhor (O Templo), onde “deviam passar por uma dupla prova acerca de suas aptidões e sobre a pureza de origem”. Vemos aqui a importância dada à vida dos levitas dentro e fora dos muros do Templo do Senhor, pois além de mostrar ser um ótimo musicista, teria que provar que era realmente descendente de Levi e um servo temente ao Senhor.
A hierarquia devia também ser respeitada no Templo, pois entre os levitas músicos existiam o primeiro chefe de música encarregado de organizar o serviço de sua seção de culto, e um mestre de coro que dirigia a salmodia e marcava a entrada dos instrumentos, funções essas exercidas hoje pelo líder de louvor em nossas igrejas.
Não houve na Bíblia um levita mais inspirado, virtuosi e acima de tudo temente a Iahweh do que o jovem Davi (o pastor de ovelhas). A ele foi atribuída a organização da música e a fabricação de instrumentos para o louvor (1 Cr 23,5).
Na Idade Média, segundo a autora Denize Frederico, “o fiel ia ao culto para “apreciar” o canto dos monges e o aparato da ornamentação e das entradas solenes dos bispos, abades, e arcebispos no templo” (p. 28). E a partir daí é criada as formas de culto denominadas “dramas litúrgicos” uma forma de teatro de rua com músicas sacras e populares, utilizadas como forma de evangelização. Com isso as formas musicais congregacionais foram realmente se transformando.
“‘Já no século XII, as autoridades religiosas condenavam aqueles que subordinavam a oração à música, ou se dedicavam a entreter a congregação mais que dirigir as orações.(HALEVI DONIM, Rabi Hayim, Rezar como...).’ Essa é a opinião dos rabinos, embora os movimentos de reforma modernista dos séculos XVIII e XIX tenham visto como positiva a dupla influência, da Igreja e da ópera, para elevar a qualidade da música no serviço sinagogal. Nestes séculos se criaram escolas de canto, recolhendo e estudando sua música tradicional e criando novas composições. A inovação mais importante foi introduzir a música coral.” (MONRABAL, p. 81)
Nos dias de hoje, especificamente a partir do século XX muitos vêm falando em “falta de espiritualidade no louvor direcionado a Deus”, ou, “esse estilo ou aquele não adora a Deus”, sem levar em consideração o país em que vivemos com suas diversas culturas musicalmente regionais. Análogo a isso, estão às transformações musicais sofridas durante todo esse tempo desde o VT até os tempos de hoje. Ou seja, o “tipo” de música executada nas igrejas de hoje divergem e muito das executadas no VT ou na época de Cristo tanto em forma quanto em estética, e é por esse motivo que especialistas e musicólogos discutem muito sobre “qual seria o tipo de música realmente cristão nos tempos de hoje?”
O ensino de música a partir da criação de formas de escritas musicais até os nossos dias sempre foi muito teórico. Nessa forma de ensino que perdura timidamente até os dias de hoje os alunos passavam até anos estudando teoria sem ao menos ter contato com o instrumento desejado ou com qualquer coisa relacionada à música que fosse palpável, a não ser o lápis e o caderno pautado.
Foi o início do século XX que marcou a evolução e o surgimento das doutrinas pedagógico-musicais. O suíço Êmile Jacques Dalcroze foi o responsável pela renovação do ensino musical, entronizou o corpo como catalisador do ritmo e dos fenômenos musicais. A tônica era dizer eu sinto em vez de eu sei. Dalcroze trouxe uma contribuição valiosa para o ensino da música, até puramente teórico, abstrato e demonstrativo, totalmente desvinculado da vivência e da prática. No Brasil esse método encontrou ressonância e foi largamente aplicado junto com algumas idéias do pedagogo Edgar Willems, pelo seu enfoque psicológico, e do pedagogo alemão Carl Orff que também defendia a prática antes da teoria. Sá Pereira, Maurice Chevais, Martenot, Justine Ward e Kodály também tiveram seus métodos aplicados no Brasil, porém, em menor escala.
Ainda nos anos 30 uma política educacional nacionalista e autoritária, utilizou a música para desenvolver a coletividade, a disciplina e o patriotismo. Neste período a música torna-se obrigatória nas escolas primárias e secundárias. O maestro Heitor Villa-Lobos, teve um papel importante neste momento de transformação elaborando uma proposta pedagógica a ser aplicada denominada de Canto Orfeônico adotada como disciplina para as escolas de todo o país. Proposta essa que durou apenas 15 anos por motivos de interesses políticos.
Essa mesma proposta pedagógica torna-se viável para uma educação musical dentro das nossas igrejas, onde os alunos possam vivenciar música sem por a teoria (conceitos e práticas de leitura e escrita) como algo imprescindível para poder louvar e adorar a Deus (tocar e/ou cantar). Pelo contrário, a partir do momento que possuímos o desejo de aprender algo para com isso poder louvar e engrandecer o nome do Senhor já estamos louvando-O.
Por: Ítalo Barros
Segundo Maria V. T. Monrabal o culto é “a homenagem de adoração e ação de graças que se tributa a Deus”, ou seja, o louvor estava sempre presente nos cultos desde o Novo Testamento. Era uma forma viva de se expressar através da alma ao nosso Deus.
A autora ainda ressalta as exigências impostas aos levitas no VT para poderem exercer seus serviços na casa do Senhor (O Templo), onde “deviam passar por uma dupla prova acerca de suas aptidões e sobre a pureza de origem”. Vemos aqui a importância dada à vida dos levitas dentro e fora dos muros do Templo do Senhor, pois além de mostrar ser um ótimo musicista, teria que provar que era realmente descendente de Levi e um servo temente ao Senhor.
A hierarquia devia também ser respeitada no Templo, pois entre os levitas músicos existiam o primeiro chefe de música encarregado de organizar o serviço de sua seção de culto, e um mestre de coro que dirigia a salmodia e marcava a entrada dos instrumentos, funções essas exercidas hoje pelo líder de louvor em nossas igrejas.
Não houve na Bíblia um levita mais inspirado, virtuosi e acima de tudo temente a Iahweh do que o jovem Davi (o pastor de ovelhas). A ele foi atribuída a organização da música e a fabricação de instrumentos para o louvor (1 Cr 23,5).
Na Idade Média, segundo a autora Denize Frederico, “o fiel ia ao culto para “apreciar” o canto dos monges e o aparato da ornamentação e das entradas solenes dos bispos, abades, e arcebispos no templo” (p. 28). E a partir daí é criada as formas de culto denominadas “dramas litúrgicos” uma forma de teatro de rua com músicas sacras e populares, utilizadas como forma de evangelização. Com isso as formas musicais congregacionais foram realmente se transformando.
“‘Já no século XII, as autoridades religiosas condenavam aqueles que subordinavam a oração à música, ou se dedicavam a entreter a congregação mais que dirigir as orações.(HALEVI DONIM, Rabi Hayim, Rezar como...).’ Essa é a opinião dos rabinos, embora os movimentos de reforma modernista dos séculos XVIII e XIX tenham visto como positiva a dupla influência, da Igreja e da ópera, para elevar a qualidade da música no serviço sinagogal. Nestes séculos se criaram escolas de canto, recolhendo e estudando sua música tradicional e criando novas composições. A inovação mais importante foi introduzir a música coral.” (MONRABAL, p. 81)
Nos dias de hoje, especificamente a partir do século XX muitos vêm falando em “falta de espiritualidade no louvor direcionado a Deus”, ou, “esse estilo ou aquele não adora a Deus”, sem levar em consideração o país em que vivemos com suas diversas culturas musicalmente regionais. Análogo a isso, estão às transformações musicais sofridas durante todo esse tempo desde o VT até os tempos de hoje. Ou seja, o “tipo” de música executada nas igrejas de hoje divergem e muito das executadas no VT ou na época de Cristo tanto em forma quanto em estética, e é por esse motivo que especialistas e musicólogos discutem muito sobre “qual seria o tipo de música realmente cristão nos tempos de hoje?”
O ensino de música a partir da criação de formas de escritas musicais até os nossos dias sempre foi muito teórico. Nessa forma de ensino que perdura timidamente até os dias de hoje os alunos passavam até anos estudando teoria sem ao menos ter contato com o instrumento desejado ou com qualquer coisa relacionada à música que fosse palpável, a não ser o lápis e o caderno pautado.
Foi o início do século XX que marcou a evolução e o surgimento das doutrinas pedagógico-musicais. O suíço Êmile Jacques Dalcroze foi o responsável pela renovação do ensino musical, entronizou o corpo como catalisador do ritmo e dos fenômenos musicais. A tônica era dizer eu sinto em vez de eu sei. Dalcroze trouxe uma contribuição valiosa para o ensino da música, até puramente teórico, abstrato e demonstrativo, totalmente desvinculado da vivência e da prática. No Brasil esse método encontrou ressonância e foi largamente aplicado junto com algumas idéias do pedagogo Edgar Willems, pelo seu enfoque psicológico, e do pedagogo alemão Carl Orff que também defendia a prática antes da teoria. Sá Pereira, Maurice Chevais, Martenot, Justine Ward e Kodály também tiveram seus métodos aplicados no Brasil, porém, em menor escala.
Ainda nos anos 30 uma política educacional nacionalista e autoritária, utilizou a música para desenvolver a coletividade, a disciplina e o patriotismo. Neste período a música torna-se obrigatória nas escolas primárias e secundárias. O maestro Heitor Villa-Lobos, teve um papel importante neste momento de transformação elaborando uma proposta pedagógica a ser aplicada denominada de Canto Orfeônico adotada como disciplina para as escolas de todo o país. Proposta essa que durou apenas 15 anos por motivos de interesses políticos.
Essa mesma proposta pedagógica torna-se viável para uma educação musical dentro das nossas igrejas, onde os alunos possam vivenciar música sem por a teoria (conceitos e práticas de leitura e escrita) como algo imprescindível para poder louvar e adorar a Deus (tocar e/ou cantar). Pelo contrário, a partir do momento que possuímos o desejo de aprender algo para com isso poder louvar e engrandecer o nome do Senhor já estamos louvando-O.
Por: Ítalo Barros
"As muitas músicas da música" Axé
Mais um artigo da série "As muitas músicas da música"
Axé-music
Por Ramon Vieira
A palavra axé é um termo usado no candomblé e umbanda, que significa energia positiva. Enquanto estilo musical ela é usada para designar as músicas tocadas pelas bandas da Bahia. No entanto, nem toda banda da Bahia produz o Axé, tem-se como exemplo a banda Olodum, que criou um ritmo próprio misturando música latina, reggae e música africana.
O estilo Axé é uma “mistura de ritmos nordestinos, caribenhos e africanos com embalagem pop-rock”. Na década de oitenta o jornalista e crítico musical Hagamenon Brito, anexou à palavra o termo inglês music, com conotação pejorativa, que designaria aquelas músicas dançantes com aspirações internacionais. Com o uso do termo e a ajuda da mídia o ritmo foi se espalhando, e foi ganhando mais espaço com a realização dos carnavais fora de época feitos por todo o país.
Porém, acredita-se que a origem do estilo vem da década de 50, com a invenção do trio elétrico (na época uma Fobica - um Ford 1929) pelos músicos Dodó e Osmar que iniciaram tocando Frevo Pernambucano, com guitarras elétricas (de fabricação própria), denominadas guitarras baianas. Em 1968 Caetano Veloso fez-se fixar o nome do trio elétrico com a música “Atrás do Trio Elétrico”. Logo em seguida Morais Moreira, dos Novos Baianos, subiu ao trio para cantar - até então era apenas instrumental. Paralelamente aos trios elétricos surgiam também os blocos-afro, tais quais Filhos de Gandhi, Badauê, Ilê Ayiê, Muzenza, dentre outros.
Sarajane, Luiz Caldas, Lazzo, Banda Reflexu’s, Cid Guerreiro e Chiclete com Banana, além da cantora Daniela Mercury com o marco “o canto da cidade”; esses, dentre outros, são alguns nomes que ajudaram a espalhar o novo estilo por todo o Brasil. Tempos depois o Olodum recebera um convite para participar da gravação do disco do cantor e compositor norte-americano Paul Simon, intitulado The Rhythm of The Saints.
O tempo foi-se passando e no início da década de 90 o Axé-music entra em declínio em virtude do forte crescimento do pop, mas artistas como Daniela Mercury, Ivete Sangalo e Cláudia Leite ainda resistem no topo dos sucessos eternizando assim o estilo musical brasileiro nascido na Bahia.
Algumas músicas inesquecíveis gravadas por estes artistas, que muitos ainda hoje, devem conhecer.
Ilê Ayê – Gilberto Gil
Eu Sou Negão – Gerônimo
Madagascar Olodum – Banda Reflexu’s
Meia Lua Inteira – Caetano Veloso
O Canto da Cidade – Daniela Mercury
É o Bicho – Ricardo Chaves
Cara Caramba – Chiclete com Banana
Milla – Netinho
A Namorada – Carlinhos Brown
Água Mineral – Timbalada
Mal Acostumado – Araketu
FONTES DE PESQUISA:
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Música nas Escolas tem espaço no JN
Jornal Nacional do 15/11/2010 exibe matéria sobre o ensino de música nas escolas.
Confira: http://g1.globo.com/videos/jornal-nacional/v/escolas-de-cidade-mineira-dao-aulas-de-musica-como-materia-obrigatoria/1375696/#/Edi%C3%A7%C3%B5es/20101115/page/1
Confira: http://g1.globo.com/videos/jornal-nacional/v/escolas-de-cidade-mineira-dao-aulas-de-musica-como-materia-obrigatoria/1375696/#/Edi%C3%A7%C3%B5es/20101115/page/1
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
III Fórum de Educação Musical de Laranjeiras / UFS 2010
Quando: De 25 a 27 de novembro
Onde: No campus da UFS em Laranjeiras
Com coordenação do Prof. Jairo Brandão, e supervisionado pelo Prof. Marcos Moreira evento está em sua terceira edição, realizando parceria entre a UFS e a UFAL. O público alvo são os estudantes do curso de graduação em música, bem como professores que já atuam na área e comunidade em geral.
Participem.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Matriz curricular - 1ª à 5ª Série
Olá galerinha...
Encontrei no site e-musicanaescola, um modelo de Matriz Curricular. Trata-se de uma série de 40 conteúdos aplicados aos primeiros cinco anos do Ensino Fundamental, que acredito ser útil para nós que estamos em processo de formação da nossa própria grade, aplicada à realidade de nossas escolas.
Saudações musicais!!
Unidades Formativas
1ª série
1. O som e silêncio
2. Som musical
3. Elementos do som
4. Altura
5. Intensidade
6. Duração
7. Timbre
8. Elementos da Musica
9. Ritmo
10.Melodia
11.Harmonia
12.Audição de diversos sons
13.Pauta-notas
14.Percepção Musical
15.Audição musical (desenhos)
16.Tempo forte e fraco
17.Exercícios Rítmicos
18.Percepção
19.Organologia básica
20.Folclore Música e Folclore/Canções Folclóricas
2ª Série
1. O som e silêncio
2. Som musical
3. Elementos do som
4. Altura
5. Intensidade
6. Duração
7. Timbre
8. Elementos da Musica
9. Ritmo
10.Melodia
11.Harmonia
12.Audição de diversos sons
13.Pauta-notas
14.Percepção Musical
15.Audição musical (desenhos)
16.Exercícios Rítmicos
17.Organologia básica
18.Oficina de Instrumentos Musicais
19.Folclore Folclore II
20.Música e Folclore/Canções Folclóricas
3ª Série
1. O som e silêncio
2. Som musical
3. Elementos do som
4. Elementos da Música
5. Pentagrama-notas
6. Linhas suplementares
7. As notas no pentagrama
8. Clave/Valores
9. Tom e semitom/ sustenido e bemol
10.Audição de diversos sons
11.Percepção Musical
12.Exercícios Rítmicos
13.Percepção
14.Organologia básica
15.Oficina de Instrumentos Musicais
16.FolcloreFolclore II
17.Música e Folclore
18.Canções Folclóricas
19.Ritmos brasileiros
20.Percepção musical e Solfejo
4ª Série
1. O som e silêncio
2. Som musical
3. Elementos do som
4. Elementos da Musica
5. Pentagrama-notas
6. Linhas suplementares
7. As notas no pentagrama
8. Claves/Valores
9. Tom e semitom/ sustenido e bemol
10.Escalas Musicais
11.Escala maior e escala menor
12.Armadura
13.Audição de diversos sons
14.Percepção Musical
15.Tempo forte e fraco
16.Exercícios Rítmicos
17.Percepção
18.Organologia básica
19.Folclore - Canções Folclóricas
20.Ritmos brasileiros
5ª Série
21.O som e silêncio
22.Som musical
23.Elementos do som
24.Elementos da Musica
25.Pentagrama- notas
26.Linhas suplementares
27.As notas no pentagrama
28.Claves/Valores
29.Tom e semitom/ sustenido e bemol
30.Escalas Musicais
31.Escala maior e escala menor
32.Armadura
33.Graus na escala
34.Audição de diversos sons
35.Percepção Musical
36.Tempo forte e fraco
37.Exercícios Rítmicos
38.Organologia básica
39.Folclore (Música e Folclore)- Canções Folclóricas
40.Ritmos brasileiros
Fonte: http://www.e-musicanaescola.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=50&Itemid=58
Encontrei no site e-musicanaescola, um modelo de Matriz Curricular. Trata-se de uma série de 40 conteúdos aplicados aos primeiros cinco anos do Ensino Fundamental, que acredito ser útil para nós que estamos em processo de formação da nossa própria grade, aplicada à realidade de nossas escolas.
Saudações musicais!!
Unidades Formativas
1ª série
1. O som e silêncio
2. Som musical
3. Elementos do som
4. Altura
5. Intensidade
6. Duração
7. Timbre
8. Elementos da Musica
9. Ritmo
10.Melodia
11.Harmonia
12.Audição de diversos sons
13.Pauta-notas
14.Percepção Musical
15.Audição musical (desenhos)
16.Tempo forte e fraco
17.Exercícios Rítmicos
18.Percepção
19.Organologia básica
20.Folclore Música e Folclore/Canções Folclóricas
2ª Série
1. O som e silêncio
2. Som musical
3. Elementos do som
4. Altura
5. Intensidade
6. Duração
7. Timbre
8. Elementos da Musica
9. Ritmo
10.Melodia
11.Harmonia
12.Audição de diversos sons
13.Pauta-notas
14.Percepção Musical
15.Audição musical (desenhos)
16.Exercícios Rítmicos
17.Organologia básica
18.Oficina de Instrumentos Musicais
19.Folclore Folclore II
20.Música e Folclore/Canções Folclóricas
3ª Série
1. O som e silêncio
2. Som musical
3. Elementos do som
4. Elementos da Música
5. Pentagrama-notas
6. Linhas suplementares
7. As notas no pentagrama
8. Clave/Valores
9. Tom e semitom/ sustenido e bemol
10.Audição de diversos sons
11.Percepção Musical
12.Exercícios Rítmicos
13.Percepção
14.Organologia básica
15.Oficina de Instrumentos Musicais
16.FolcloreFolclore II
17.Música e Folclore
18.Canções Folclóricas
19.Ritmos brasileiros
20.Percepção musical e Solfejo
4ª Série
1. O som e silêncio
2. Som musical
3. Elementos do som
4. Elementos da Musica
5. Pentagrama-notas
6. Linhas suplementares
7. As notas no pentagrama
8. Claves/Valores
9. Tom e semitom/ sustenido e bemol
10.Escalas Musicais
11.Escala maior e escala menor
12.Armadura
13.Audição de diversos sons
14.Percepção Musical
15.Tempo forte e fraco
16.Exercícios Rítmicos
17.Percepção
18.Organologia básica
19.Folclore - Canções Folclóricas
20.Ritmos brasileiros
5ª Série
21.O som e silêncio
22.Som musical
23.Elementos do som
24.Elementos da Musica
25.Pentagrama- notas
26.Linhas suplementares
27.As notas no pentagrama
28.Claves/Valores
29.Tom e semitom/ sustenido e bemol
30.Escalas Musicais
31.Escala maior e escala menor
32.Armadura
33.Graus na escala
34.Audição de diversos sons
35.Percepção Musical
36.Tempo forte e fraco
37.Exercícios Rítmicos
38.Organologia básica
39.Folclore (Música e Folclore)- Canções Folclóricas
40.Ritmos brasileiros
Fonte: http://www.e-musicanaescola.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=50&Itemid=58
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- PIBID - Música/UFS
- Criado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência), tem por finalidade aprimorar a formação docente e contribuir para elevação do padrão de qualidade da educação básica. Além de possibilitar ao futuro professor um contato direto com o seu campo de trabalho. Já Prodocência (Programa de Consolidação das Licenciaturas), visa ampliar a qualidade das ações voltadas à formação de professores, com prioridade para a formação inicial desenvolvida nos cursos de licenciaturas das instituições federais e estaduais de educação superior, além de contribuir para a elevação da qualidade da educação superior, formular novas estratégias de desenvolvimento e modernização do ensino no país, propiciar formação acadêmica, científica e técnica dos docentes e apoiar a implementação das novas diretrizes curriculares da formação de professores da educação básica. Este blog em especial, tem por finalidade publicar, trabalhos, fotos, planos de aula e demais assuntos realcionados à música, todos resultados de trabalhos feitos através do Projetos acima citados. Sinta-se à vontade em nosso Blog!
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